Você já ouviu falar dos deepfakes? O fenômeno surpreendeu a todos com a possibilidade de vídeos falsos, mas realistas, de pessoas fazendo coisas que nunca fizeram na vida real.

A técnica usa inteligência artificial (IA) para trocar rostos e já gerou conteúdos pornográficos com celebridades e até discursos fictícios de políticos influentes.

O termo apareceu em dezembro de 2017, quando um usuário do Reddit começou a postar vídeos de sexo falsos com famosas, aplicando os rostos que queria a clipes já existentes. Os casos mais populares foram os das atrizes Gal Gadot e Emma Watson.

Além dos clipes pornográficos, outros vídeos falsos criados com inteligência artificial que ganharam destaque mostram o ex-presidente americano Obama. Há também um vídeo de Trump, produzido com imagens e falas de uma paródia do presidente em um programa de humor.

O debate agora é sobre a ética e as consequências da tecnologia, para o bem o para o mal. A manipulação das imagens e vozes se mostra como um alerta, principalmente em relação aos políticos.

Com ferramentas tão acessíveis, fica mais fácil espalhar informações falsas de acordo com interesses próprios, representando um perigo para a democracia e a sociedade.

Como reconhecer um deepfake?

Alguns detalhes ajudam a revelar um vídeo falso. Primeiro, é importante prestar atenção nos movimentos da boca, se eles correspondem bem ao que está sendo dito. Fique atento também para a voz, se a entonação e o tom soam normais.

Verifique os olhos para notar se eles estão piscando e na respiração da pessoa. Veja se ela se mexe de forma natural como um todo. Compare com outros vídeos para ter certeza da veracidade.

(Com informações do Techtudo)

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