Após a repercussão do caso onde um bebê de apenas 1 ano e 8 meses, vítima de estupro e morto durante um ritual satânico em Parauapebas, sudeste paraense, uma mulher, que teve a identidade preservada, entrou em contato com a redação do DOL para relatar um caso de ameaça de morte que sofreu pelo acusado Deyvyd Renato Oliveira Brito.

Em entrevista, a mulher relatou que há dois anos, por causa das frequentes ameaças, ela e a família tiveram que mudar do estado para que tivessem a integridade física preservada.

Ela contou que a família conheceu Deyvyd em 2018, através de um amigo que os levou à casa do acusado, que morava em Icoaraci. Os rituais satânicos eram realizados em um terreiro localizado em Outeiro.

Para conquistar a confiança das vítimas, Deyvyd dizia que eles tinham um dom de incorporar entidades e que para esse dom fosse trabalhado, eles tinham que ficar recolhidos. No entanto, quando estava incorporado por alguma entidade, ele afirmava que para fazer parte da Umbanda, mãe e filha tinham que fazer sexo com ele. Mas a família recusou, foi então que as ameaças e rituais macabros começaram a serem feitos.

Ainda segundo a vítima, a mãe começou a se sentir mal e ficar doente, e que nenhum médico conseguia chegar a um diagnóstico conclusivo.

A vítima relatou também que mesmo não tendo conseguido o que queria com ela e a mãe, Deyvyd conseguiu convencer 5 mulheres a terem relações sexuais com ele. E que após o ocorrido, ela e a família tinham medo do acusado e que devido as ameaças, nunca registraram um boletim de ocorrência. Apenas mudaram de estado.

ICOARACI

Deyvyd também é acusado de ter cometido o crime de estupro de vulnerável em Icoaraci, distrito de Belém. Por essa razão teria fugido de Outeiro para se esconder em Parauapebas.

Deyvyd foi preso ontem (9). Foto: Reprodução

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